"Mas o amor não obedece à vontade da razão. Vera já o deveria saber. Os seus olhos perseguiram-na o resto da noite, a lembrança do seu corpo possuiu-a sem cessar, no escuro, suspirou, gemeu, chorou. (...) Ausência. A palavra pesava-lhe no sangue, picava, como uma agulha finíssima, o coração. Que disparate! O coração não dói, pensava."
in Tatuimagem (clicar no link)
sexta-feira, maio 20, 2011
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